Completam-se cinco anos sob os quais o Iraque - antiga região da Mesopotâmia, berço real da humanidade e do que ela deveria ter em alta conta - o alfabeto -, padece a barbárie cotidiana a que, sem uma palavra melhor para traduzir o que significa, chamam de War on Iraq.
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A quantidade espantosa de subterfúgios querendo mascarar a improbidade, a magnitude de tal acontecimento (molda-se e assegura-se, em parte, a partir dele, o futuro de uma nação distante, não a de uma noção equânime da Vida, pois trata-se de sobrevivência, do que só o apelo militar pode dar), é de dar êmese e hemoptise a quem ainda possua algum naco de visão sem remela nem pus com que caracterizar seus próprios dias.
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Ingênua pessoa sendo eu, parece-me que o Mundo é mesmo feito só de fracos e fortes, de interesses: “Passa cá o meu e o teu !”.
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E assim vivem todos: amarrados, iguais ao boneco aí ao lado.
(DMC)