Entre verdes e outros tons e tonalidades, tu nos acostumaste, ELIANE STODUCTO

Entre verdes e azuis também amarelos e vermelhos tu estás sempre recolhendo para nós alguma coisa nova, sem rumo preconcebido, não, nada de trevos de quatro ou de cinco folhas, de pavios longos ou de metragens mínimas impedindo a fala aos que não têm pés para subir nas rampas, nem mãos com as quais atar a língua profana do desassossego profissional.


Somos em ti a paciência encontrada e / ou reencontrada, somos a sanha de um novo alento entre as esquinas e as colinas, prados, jardins, cinzas, trapézios, fotos e poemas, sim, seremos ainda o caldo mais apurado com que cobrir, contigo e para ti, os mais suculentos pratos e travessas, as mais límpidas águas de riso e os mais delicados ventos.
(DMC)
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Texto acerca do falecimento (07-04-2007) de pessoa muito querida: Eliane Stoducto.
Outros links: http://letradecorpo.cristalpoesia.net/index.html
http://papo-de-botequim.blogspot.com/
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foto: Eliane Stoducto
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