Pega-os pelo centro da desatenção, que o equilíbrio é passado.


FLOEMA e XILEMA

(das metáforas nada anacrônicas)


Revela nas cunhas o oco

do Mundo, no rosto
água

certas memórias
de toda madeira, essa

mão é tua
ponte, sombra e água

frescas revessas

vamos
que minha memória continua
em ti.


DMC

*****
Foto: music. tina negus

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Esta entrada foi postada em arte.

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