DANAÇÕES NEM TANTO (dose cavalar)

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1.

Quem tenha uma noção mínima da História do Pão – essa unanimidade em práticamente todos os Povos e Culturas de todos os tempos e lugares (só mesmo os esquimós para não terem o pão convencional) – pode perceber como este filho do trigo, do centeio, do milho, da cevada, do arroz, da soja, da batata, da cenoura, da mandioca, etc… acabou fazendo com que lhe déssemos uma imensa genealogia própria. Mais do que a do vinho. O que não é de se estranhar, mas aviso logo de que gosto de vinho tinto seco.

2.

Ir às compras com a mulher que me abre todos os favores possíveis ou críveis – inclusive o de não comprar nada – é um benefício maior do que o da dúvida. Seria, caros, seria. Isto porque a dita cuja não se faz de rogada: nada compra, mas me faz comprar adornos maiores do que o maior dos disparates (hoje eu amargei dois bibelôs musicais para o lóbulo de cada orelha), sim, e também me fez comprar barracas para possíveis visitantes nossos que porventura queiram estar a sós com as estrelas no arremedo de jardim que ainda temos.

Sem dúvida, ir às compras é algo que soa bem ou bem mal, dependendo dos sintomas que se tenha ou não. Ir às compras é coisa limpa, sadia, prazerosa e sempre em dias claros, sapatos e dentes arejados… ai ai, parece mesmo que há gente feliz por aí, embora eu mesmo ainda nunca as tenha visto, nem por engano meu nem pelo engano sob o qual certamente vivem. Felizes.

3.

Cansado de ser fractal, voltou a ser cactal (de cacto). E não estava nem aí ao lhe dizerem lagartos & cobras, salames & abacaxis de sua “atitude soberba”, é, os ânimos elevaram-se como um cupim nas costas do touro, mas continuou a sua jornada lá para longe de tantos nós em cada 1440 minutos (dia). Sempre lhe tiveram velado ódio, pelo fato de que sempre calava fundo o que não dizia. Não se perdendo em caixa de marimbondos, mexia, sim, em caixinhas de música ou special things (Sacaram, palermas ?) – no seu próprio dizer. Vive lá nos lençóis maranhenses, ecos de sua conduta soprando diretamente para o atlântico.

DMC

A foto acima (cavalo) foi trazida do sítio do TIAGO GOMES

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4 comentários em “DANAÇÕES NEM TANTO (dose cavalar)

  1. fredseifert disse:

    Bom texto!
    Se der, dê uma passada em meu blog também.
    Abraço.

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  2. uaíma disse:

    Grato pela visita, caro FRED.
    Visitar-te-ei, sim.

    Darlan

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  3. Fabricio Kc disse:

    Vejo que frequentarei seu blog.Primeiro pelo belo comentário que deixaste em meu Post sobre ‘Borges 2.0’ e depois por esse seu post, primeiro que li. Lembrou-me que preciso reler ‘Todos os nomes'(lembro mais de seu José)…
    Abraço!

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  4. uaíma disse:

    Prezado Fabrício,

    fico grato a você pela distinção de visitar esta modesta Página, e também pelos comentários abertos, dignos, pertinentes às asas da Cultura, da distinção…

    Um abraço.
    DARLAN M. CUNHA

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