teor de fogo

os cantos, os atos

os cantos, os atos

 

Quando se morde a língua, nota-se a fragilidade humana, porque durante dias a pessoa mal pode beber água, às vezes, o corte infecciona, que a boca, mesmo lavada e escovada, tem, por natural, muita microbiologia nela.

Mudando de assunto, cortar a língua de alguém é sonho recorrente em todo mundo. Na terra dos outros (não tenho terra de nascença, não sou de estado nem de país nenhum) há um ditado que diz que “quem fala muito, dá bom dia a cavalo”, sendo que “cavalo”, neste caso, é gente grosseira, que nem merece um bom dia.

No meio do mato a gente ainda vê coisas distantes e próximas – as mãos decepadas do futuro, pés só ossos.

Foto e texto: Darlan M Cunha

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