biotática

Stefanie Jasper (Tumblr.)

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Os riscos aperfeiçoam os sobreviventes, são antigos, estão nas cavernas aonde ninguém foi, na mais recôndida lagoa, mais misteriosa do que os inúmeros cenotes que há na floresta do planalto guatemalteco, como que a se lamentarem pelas tantas pirâmides súbita e ainda misteriosamente abandonadas pelos maias, pois a menina das íris dos maias eram os cenotes. Os riscos podem ser círculos concêntricos ou não. Primeiro, extasiam quem os olha; depois, parecem induzir à hipnose, levam aos encantos que entram no sono, ficam bem lá no fundo, e para sempre atuarão nas criaturas. Os pintores sofrem do jeito deles – cada pincelada é uma tática inconsciente para livrarem-se daquilo que os agulha. Em vão. Músicos vivem de ondas, do vibrato das canções. Há quem tenha como certo que o primeiro extraterrestre “de verdade” que encontrarmos saberá tocar algum inenarrável instrumento musical com origem no mundo dele. Talvez pinte e nos envolva em círculos que óbviamente ainda desconhecemos – tão ocupados em construir muros – retas e outros reptos.

Darlan M Cunha

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