sim ou não

sim ou não
sim ou não

Para o homem e seus primos, sentar-se é habitual, natural, tanto que até mesmo na guerra a gente para pra fumar ou beber, enquanto espera o inevitável. É verdade que há coisas piores do que a guerra: a perda da mãe, dor de dente, e outras efervescências mais.

Para uma criatura sentada sobre os pensamentos alheios, as coisas podem até se tornar motivo de tédio e de sono, já que os aniquilados não falam, e nem as rosas falam, como nos quer fazer crer uma bela canção, que eu sei tocar e cantar.

Pois é. Uma vizinha disse que este ano ela fará o que não fez no ano passado, embora tenha feito promessa de fumar, de arrasar homens, e até de ir à China; mas, contingências negaram-lhe tais promessas e premissas. Ela não me deu mais esperança de levar-me com ela. Ainda não. Esperarei sentado nesta beleza de móvel, bebendo taquicardia e cerveja.

Foto e texto: Darlan M Cunha

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s