véu

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Praça Rui Barbosa (Estação Ferroviária) – Belo Horizonte, MG, Brasil

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      Na introdução do livro As Cidades Invisíveis, ítalo Calvino diz:: “Não se sabe se Kublai Khan acredita em tudo o que diz Marco Polo, quando este lhe descreve as cidades visitadas em suas missões diplomáticas.”

     Como se vê, cada aldeia, cada cidade é cheia de nuances próprias, cheia de truques que só ela, ou nem ela conhece totalmente. E assim cada cidade caminha, tropeça, cai, levanta-se, faz ou não faz negócio com esta ou aquela, faz guerras, morre de sede ou de fome, embrenha-se no sexo desvairado (Sodoma e Gomorra, as cidades esquecidas por Deus), mata Deus, e por aí vai.

     Belo Horizonte só tem 119 anos, tem poucos truques, mas já pressente seu destino, poderio, até porque, como eu disse, cada cidade tem suas águas e suas pedras.

Foto e texto: Darlan M Cunha

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