a casa

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Uma vez que se chega em casa, deve-se supor que se está entrando no paraíso na terra, que assim deve ser visto e usado o lar, embora nem sempre isto aconteça. Entrar e ficar, como se numa bolha, ilha, nuvem ou toca, porque a casa é antiga na história humana, com belas cavernas cheias de morcegos e cobras, além do medo constante de que os piores invasores descobrissem e tentassem o inexorável. O fogo sempre aceso, e algum pioneiro das artes pintando a caverna, deixando seu recado. Penso nisso no silêncio da casa.

Foto e texto: Darlan M Cunha

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Esta entrada foi postada em arte.

4 comentários em “a casa

  1. Chronosfer disse:

    No silêncio da casa foi escrita parte da nossa história. Grande abraço, Darlan.

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  2. Ana Teixeira disse:

    Adoro esse silêncio. Já saio da minha toca sentindo vontade de voltar.

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  3. uaíma disse:

    Hehehe… seja feita a vossa vontade, Ana !

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  4. uaíma disse:

    É isso aí, Caro Amigo

    gosto tanto de sossego, de silêncio, que o primeiro livro que publiquei em papel tem a palavra silêncio no título: “Esboços e Reveses: O Silêncio” (Editora CBJE. Rio de Janeiro, 2008. Poesia)

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