referências cotidianas // daily references

CENTRO DE SAÚDE DIAMANTE // TEIXEIRA DIAS – Belo Horizonte, MG (dia 13/02/2021)

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@1.

Há que se cuidar das inúmeras sombras, dos percalços e dúvidas antigas e novas, atentos àquela sensação de incrível fragilidade que é o ser humano. Eis aí vovós e vovôs na sua ânsia natural de bem estarem consigo mesmos e com os seus queridos, enfim, com o mundo já definitivamente – parece – avesso ao sossego.

We have to take care of the countless shadows, the old and new mishaps and doubts, paying attention to that feeling of incredible fragility that is the human being. Here are grandmas and grandpas in their natural eagerness to be well with themselves and with their loved ones, in short, with the world that is already – it seems – definitely averse to peace.

Em frente, Dona Maria…

@2.

Quando completei 11 anos ganhei um violão. Depois, continuei a estudar – não música, outros labirintos mais, porque não há adjetivo para qualificar com exatidão o fato de se passar pela vida em branco, o que é a tônica geral. Há quem lê muito, viaja, escreve e publica. Quanto a mim, continuo com os pais dos burros no colo, mas uma dúvida ainda pega nos calcanhares: Estou correndo de quê, para quê tantos becos com e sem saída, com breu no fim do túnel ? O que dá pra rir dá pra chorar / questão só de peso e de medida – escreveu o compositor, violonista e arquiteto Billy Blanco (Belém do Pará, 1924 / Rio de Janeiro, 2011).

When I turned 11 I got a guitar. Then I went on studying – not music, but other labyrinths besides, because there is no adjective to accurately qualify the fact that one goes through life blank, which is the general trend. There are those who read a lot, travel, write and publish. As for me, I still have the donkey’s fathers in my lap, but a doubt is still nagging at my heels: What am I running from, why so many dead ends, with pitch-black at the end of the tunnel? What you can laugh you can cry / a question only of weight and measure – wrote the composer, guitarist and architect Billy Blanco (Belém do Pará, 1924 / Rio de Janeiro, 2011).

Região bairros Teixeira Dias, Estação Diamante, Milionários, etc – BELO HORIZONTE, MG

Darlan M Cunha

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