Poesia

ELOS & ECOS


À espreita, sou homem solteiro
em torno a mim se formam círculos
de gases, redemoinhos
até ouço que me querem numa trempe
os de sempre: invejosos
de que suas mulheres comigo sejam
aves, peixes, lagartixas, camaleoas, sim
o futuro é pouco para mim que invento
ser homem, e solteiro,
quando, de verdade, eu nem existo.

***

rio-vai-vida-vai.jpg

(fotos e textos: UAÍMA)

O termo poesia recebe aqui o significad0 “algum espanto envergado diante de novo silêncio“, e nem um nem outro dizer fará com que tal entendimento seja o de sempre ou do nunca. Cabeça entre pernas e mãos, a poesia não se faz ato e eco de si mesma, mas se contorce para fora da inutilidade tão decantada por tantos sábios e sábias séculos dentro e fora da realidade, ora ora, nada mais canhestro e falso do que projetar nos muros o que não pára, marcar como confiável aquilo que é a sombra de um pobre-diabo ou ningres-ningres desgraçado bicho ruindo pelas tabelas da sinuca empenada dos hombres y mujeres inventores.

Estás comendo ou bebendo o quê ? Batatas fritas tão finamente cortadas e levemente retorcidas que até parecem arraias amarelas em pleno vôo, sim, comes e bebes o que te vai à testa dos dias todos eles de certa forma iguais de certa forma desiguais mas todos com certeza sem nome sem data, inexistentes, pelo que a poesia ou algum espanto envergado diante de novo silêncio lhes vai atrás.

OBS.:

Todos os textos e fotos da página POESIA são de minha autoria.

DMC

***

IN THE NEIGHBOR’S GARDEN (Can I click you ?)

No jardim do vizinho

uma banda respinga canções

logo de manhã há baque de cocos

e bem-te-vis no jardim

da vizinha uma hera adverte:

solo bom é o desta clarineta em dueto com

a harpa.

***

A BOCA DO (G)ATO TEM PIRAMIDAL FORMA

Assenta-se na banqueta o pianista, tressua apodos, e a rua grita mais e mais é o que a rua estipula. Assento-me numa banquisa imaginária, e o gelo treme de pavor, o sul e o norte nunca se encontram de bem com o leste e o oeste, nada. Ouvidos têm paredes, e olhos os muros têm.

O meio conduz, o fim conduz, o princípio já ninguém o quer entre os seus pertences. Não.

Assento-me no banco da praça gemendo solércias de sempre-será, sempre algum eco de peixe entra na praça, legumes nos cabelos das mulheres, um mecânico segura a barra do dia, um ministro dá choque nas imagens, tudo parece anaeróbio.

Assento-me na banguela do motorista, as mãos tremem só de verem a estrada ainda por percorrer, o peito é um alazão ou mesmo um pintassilgo talvez uma arraia feroz, mas nunca mais cristal entre algodão.

Mudar de assunto de causa de ritmo…

***

AS ROUPAS E SEUS ÍCONES

As roupas estão longe, aproveitam-se

das correntes de ar os amantes

soem estar à luz

de um sorriso feito testemunha de que nalgum

lugar e nalgum dia

pelo menos uma vez

foi possível herdar o melhor da contagem

regressiva.

***

Maria de Lurdes, Maria José. Portugal-Brasil.

LISBOA-BELO HORIZONTE

A visita chegou com o sal e os doces inúmeros de sua conta histórica, seu manancial psicológico, seus files genéticos, e a tais acontecimentos não se pode furtar quem se queira de par com o mundo, sim, a visita carrega traços teus também porque todos somos viandantes de uma forma ou de outra, e aí nos fundimos de vez com o Tempo e o Espaço.

O ritmo da visita é próprio, com poderes sobre o Espanto e o Riso, o encanto que toda visita carrega consigo como uma aura estranha, linda, magnética, porque todos lhe querem sentir algo do sabor, e assim é que ela se torna presa fácil do amor pelos pássaros ou pela falta de pássaros do lugar, pelas plantas ou pelo deserto que é o lugar no qual passará noites e dias.

A visita não se cansa facilmente dos petiscos nem das lavras da região (embora, às vezes, sinta-se levemente enjoada), pois o sol é sempre cheio de coisas, além da luz, ora, e eis que nos chega diretamente da Estação da Luz uma criatura toda ela com seixos nos cabelos e anéis e fiapos de luz por todo o corpo, algo de cerveja espumante e vinho delirante (“É o espírito alegre de certo vinho que eu gosto“, canta o Madredeus).

Nenhuma visita, de fato (e essa também não), nunca vai embora de todo. Nunca.

***

BARRO, SABÃO E DIAMANTE

Às vezes, a gente faz coisas que perduram além de outros traços

deixados aqui e acolá (por exemplo: telhas moldadas nas coxas dos escravos

sobrevivem nos telhados de Sabará, Mariana…), assim como fazemos atitudes tão

efêmeras quanto a bolha de sabão na qual transformamos um amor.

***

camisa-de-força

IGREJINHA FUNDAMENTALISTA

Se os olhos assumem a barriga, as distorções afetam a todos os homens , sacrificando por usura o gambá e o cedro com o seu odor dito afrodisíaco, sim, os muros assomam com e para o mando explícito porque todo “mais” se medirá pelos novos reptos, uma visagem atrás da outra limpará o caminho, lembra-se disso no banheiro o casuísta se lembra de repôr no solo uma parte da sagração de seu riso de ciscos, cisca no emprego um volume tal de derrotas também na família e no bar é só motivo de chalaças, e todo dia é convidado a suicidar-se, mas teima e reteima em ser o que nada vale: gente crente que um dia o Acaso sairá de onde nunca está, gente atinando que o Acaso vive, cristais entre algodão.

***

camiseta, flor, balcão

UM DIA ANTES DO SONO

Seres de lua cheia, prenúncio solar

sob as telhas molhadas.

Ainda um dia mais, trapézios e círculos, algo

que o céu inveje, e a terra reclame.

***

*

Mariana, Darlan, Maria Lurdes

BELO HORIZONTE – LISBOA

De regresso ao seu sopro inicial, a visita se esparrama ou se encolhe numa espécie de aura própria de quem viaja, ou seja: fica longe de si, mas próxima aos que ficaram, e mais próxima também daqueles para cujo abraço está indo. Numa poltrona, cheia de

ecos, a visita leva consigo o estupor de um sol e de uma lua diferentes, carregando os condimentos de uma cozinha na qual estão a palma das mãos abertas e os lábios abertos das pessoas anfitriãs, e então se dá conta de quão leve pode e deve ser a vida, sim

a visita entra num transe suave, amargo, leve, de denso azul, antigo e novo transe misturado às ervas de um sono que não virá, senão muito tempo após a sua bagagem material ter sido descarregada numa noite qualquer do ano, uma noite ou uma radiante manhã sem data precisa (isto porque, como ela está em transe, os dias não têm data), ah…

tudo é sossego e sobressalto no coração de quem regressa e no coração de quem fica, porque a nossa sina de viajantes é a de nos igualarmos a nós mesmos pelos extremos de que somos capazes, e por isso mesmo é que

também eu me quero viandante, também tu te queres assim, e a canção nos diz que não viemos por teu pranto, nem viemos pra chorar / viemos por teu encanto, esperando nos salvar…

***

praça

É ANTIGA ESTA LUTA COM OS ELEMENTOS

Sinto que o som e a surdez das pessoas se fundem

desiguais com coisas e gentes , noto que o caos quer

morder de leve as orelhas

tuas e os gritos meus, desde ontem ouço a bunda

das borboletas sobre o orvalho lentamente afastando-se

do coração das pessoas, e por isso e por mais

do que isso é que aceito que somente a água dos teus

poros me confrontem, confortem e afoguem.

***

mãos em paz

AI WEI WEI, UM ARTISTA, DECANTA SUA ÁGUA FRENTE AO NINHO DE PÁSSAROS HUMANOS

Sendo de reagir a coisas mais importantes e mais urgentes do que a uma gargalhada no canto de um bar, as crianças escrevem sal no livro de areia, desatentas aos véus ou à chuva de agorinha, sabem que irão a algum lugar no desconhecido, imaginário som dando-lhes o senso da procura para longe dos conceitos já sabidos. Talvez.

Bicando o vinho do desdém, alguém pensa nisso e diz, de si para o Nada: Ora, eis que a minha demonologia não é mesmo nem a de um exército na lama, ou de mulher no lodo ou na lava dos conspíscuos.

E continua: Meu agrado por gente diluiu-se há muito nas águas e na brasa, porque todas as cinco folhas do meu trevo levam ao Zero, ao muito aquém de todas as estéticas e antíteses, meu gosto por gente esvaiu-se pelas pálpebras abertas nos pulsos.

E arrematou, entre múrmuro e levemente sonso: Todavia, devo coar o tema diferente, ir ao xeque-mate e cepar o bambu mais afastado da cor normal da aldeia, sim, tudo é jogo, e os jogos todos os fogos neles estão prontos, cheios de um ar que logo explodirá em bilhões de estrelas, mas duma estética só, que o senso de busca logo será extinto. Como este vinho.

(Alusão ao artista plástico chinês Ai Wei Wei – um dos colaboradores na feitura do Ninho de Pássaros, ou seja, a mais famosa obra arquitetônica para os jogos olímpicos de Pequim. Ele é filho do poeta Ai Qing, 1910-96).

***

ABSORVE A LUZ O SILÊNCIO

O mormaço é atroz

nas pernas dos pardais sobe

um quê de contentamento,

mas em mim desce

algo maior do que pode a esperança

de que a geleira entre os pombos

se derreta.

***

cadela negra

BUT I DON’T KNOW IF I WISH YOU WERE HERE

Keep your mouth

shut. I haven’t got anything better to do… but

keep your mouth shut.

MESSAGES FROM THE MUD:

Konstantin is dead. Joana is dead. Love is dead. Keep your mouth shut, gloves and glasses, hope and mud… People whole life in a minute. Keep your heart shut. I died a thousand deaths. I died.

Keep your mind shut.

***

o fim do mundo

A VISITA: NOS VÁRIOS BRAÇOS DE UM DIA , TIMBRES RENOVADOS POR ELA

Parece usual pensar que, uma vez que a gente se confronta com o inesperado, os próximos elos devem vir sempre impregnados de sua força inelutável, tanto de seus benefícios quanto de suas possíveis mazelas. O inesperado está em ambos os lados da porta, parece além-lá do tridimensional (visite exposição onde haja algum trabalho tridimensional, e fique por lá, entre o bocejo e a instigação, o espanto, a ira, a impotência, a adrenalina e a endorfina).

O fato é que uma visita – ou certas visitas, ou ainda o modo como acontecem certas visitas – pode nos levar a pensar em tal situação como sendo a ideal para uma percepção mais acurada de um meio no qual não vivemos, visto que toda visita é um pedaço de outro mundo, eco de outras noções, de outro tipo de desenvolvimento cognitivo. Sístole e diástole com outros “estímulos”, a pressão arterial comprimida ou expandida por alguma estação no inferno ou no céu da boca, os véus na boca, as anamorfoses, as displasias, o ventre abaulado da curiosidade de um pelo outro (embora haja tantas pessoas tão miúdas, anaeróbias, que isso nada lhes diz).

Há dias, alguém que eu conhecia só de longe, como é usual através da Internet, me visitou. E a empatia se manteve, e os endossos, objeções e raivas acerca disso e daquilo se mantiveram e se ampliaram, entre risos e preocupações. Visita surpresa, no melhor estilo bate-coração, ou no mais puro estilo vim ver o que estás a fazer com o sol e a lua… hehe.

Hoje, dias após o retorno à normalidade, frente ao primeiro anil do dia, durante a corrida, tudo isso me veio à lembrança, sendo levado a pensar novamente sobre esta condição singular que é a de uma visita. Estou aqui ouvindo música, sem ouvir; bebendo sem beber, pensando o Nada, o Possível, o Absurdo, os ecos ainda desconhecidos pelo trevo de cinco folhas, os cinco dedos do Não e os ene filtros rumo ao Sim.

Serão as visitas a minha derradeira perdição ? A saída exata para qual rendição ? Serão as visitas o meu derradeiro anel com o Ilusório ?
***

dakar

ARSENAL

soa inútil o mormaço
atroz funilaria logo de manhã se faz
ao gosto
do espanto que já não sabe de quantas molas
ainda dispõe

***

mãos em paz

SESTROS

Perguntado acerca de tiques, hábitos, manias, sestros, vícios, tretas e mutreitas e afins que, porventura, tivesse ou tenha, não respondeu de imediato, visto que isso é íntimo e de difícil acesso ao Outro. Ficou sem responder.

Pensou em parar de se meter com gente, estava cansado de gente. Não tinha sestros, nunca lhes dera tempo, mas logo visualizou e contou dicotomias e anamorfoses com parcerias insuspeitadas, sim: era clone, sósia, gêmeo e afins, mas almejava ainda o eco primeiro do desejo, o trapézio, a silhueta instável do Espanto, embora cansado de gente.

***

QUEM GOSTA DE TUDO NÃO GOSTA DE NADA ?

Rua nova casa nova
palavras curtas em sol maior

dançam como um sifão
na caipirinha, entre o riso e o esquecimento, saem de si os namorados.

***

bombons
NO MAIS, DISSE, “ENJOY LIFE !

Devagar, afasta a pedra para o lado. A pedra dorme com o consenso de aves que desconhecia até então. Não ronca. As pernas da pedra estão cruzadas de modo a não deixarem nada passar entre elas. Os braços parecem troncos retorcidos por um incêndio na mata. Isso mesmo: incêndio na mata. Bombeiro, acode. Acordos atam pessoas a deuses e a outras pessoas, e não se sabe o que é pior. Acordos trazem infelicidade. Mutilam e matam.

A pedra do sono continua a sua aventura sonífera, e assim só resta ficar de molho do tipo caseiro, padrão, ou safra especial, com as bebidas de sempre e os petiscos afro-brasileiros, afro-paradisíacos, enfim, o que leve ao desbunde ou a um pseudo requinte, quando não, a uma quebra de padrão ou coisa parecida.

A pedra rola, melhor, se mexe para o teu lado, e tu te esquivas de olho nas bases da mesma, no tamanho do erro que seria não polir tal rubi ou diamante, ou mesmo tal latão com jeito de bronze, mas está frio, e a cama se move para a terra da angústia ponto com, sim, o mundo se move com tudo o que é e não é da nossa conta, surtindo efeito sobre ambos o frio os deixa molengas e famintos.

A pedra parece sussurar algo sobre comer e beber ou sobre algo de outro mundo, e tu te esmeras em atender os balbucios da fera já voltando a si com um olhar de hera subindo nas paredes, a fera te torna fera, e pedra sobre pedra não sobra nada ali nem no entorno de onde se meteram a fazer o que sempre se fez entre as pedras: rolar e rolar até ficarem, talvez, polidas. Seixos. Seixos.

27-05-2007, 16:00h

***

A PELE E A VIDA

A pele da vida,
para um inseto, é verde,
mas há outras cores
na cabeça
dos insetos, e eu mesmo fui vítima
de um deles, melhor, de uma
joaninha

pela qual me apaixonei
de perder o rumo da minha
própria folha.

escrito originalmente no ZANASTARDUST, 18-06-2007

***

Kika

SOLO DE OUTONO

É verdade que pessoas e coisas continuam

aqui, calmas em sua nova maneira de ver

e enfrentar o silêncio, é verdade

que o café já arde e que uma sombra alva sobe com o pensamento.

***

caixinha de segredinhos

OUTRA LISBOA, VISTA DAQUI DE BELO HORIZONTE


Acordar com ela, com o eco da cidade sobre si (sabes aí o que seja

isto ?), linguística nova toda ela no céu
da boca em chamas (portuguesas

e argentinas visitantes, quase parte dos minérios
meus
)

esquinas
em desalinho as pedras do seu olhar e os cabelos soltos
como frutas no chão após um tremor
de terra, dei acordo

com ela
apagando na minha testa
a febre de sempre delírio e delíquio, sim, a cidade
com que sonhei não tem só o teu

nome boca prenome seios nervos & versos
a circunstância dada e talvez não aproveitada, a cidade tem de ti
o que ainda não descobri.

*****

piramidal

Teça comigo uma trama
que ninguém desvende, uma via de fatos só
nossos, plena de águas e terras – sem nada

de céu; tampouco a velha conversa
sob a qual o inferno somos nós.

*****

Mel & Solidão
FISSÃO

Anuncia-se dentro de ti
um inseto muito denso

miniatura de algo a ofertar-te o reino de mesmices a que não te acostumas, sólida conversão necessitará

o mundo para duas ou três migas de atenção tomar-te.

*****

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7 comentários em “Poesia

  1. Jean Carlo disse:

    Gostei muito do seu espaço.
    Uma variedade de assuntos que nos convida sempre à uma nova visita.
    Abraços

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  2. uaíma disse:

    Caro Jean Carlo,
    muito lhe agradeço pela gentileza da visita. A casa está aberta. Volte sempre que puder.

    Darlan

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  3. zana disse:

    Quanta coisa por aqui!
    Parabéns pelo novo blog. Parabéns por ter encontrado alguém da net. A Maria parece ser muito simpática mesmo =)

    abs
    Zana

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  4. uaíma disse:

    Muito contente estou contigo me visitando, ZANA. Pretendo levar a Página à frente com o fator qualidade em primeiro lugar.

    Volte sempre.
    abs
    Darlan

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  5. zana disse:

    De um inseto veio essa poesia bonita.
    parabéns!
    😀

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  6. Sol LK disse:

    Oras.. são as visitas as sementes por onde vc passou…rs E encontrei neste teu novo espaço um tanto de abraço, sem embaraço, se é que ainda recorda de uma tal Sol que gostava muito de ler teus poemas…

    Assim prossegue visitas abertas, fraternas com o tempo marcado na saudade, dos que são semeadores de luz em letras e poemas. Mas as novidades superam os suspiros, transpassando em energia e gratidão por ainda conter lindas páginas a passear. Grata, novamente.

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    • uaíma disse:

      SOL,

      fico-lhe grato pela gentileza da visita a mim, aqui no WordPress, e lhe peço desculpas por tanta demora em responder, isso pelo fato de há meses eu não postar nada aqui, mas continuarei a fazer postagens aqui.

      Acabei de publicar novo livro, sobre o qual há notícias nestes dois endereços aí abaixo.

      Quando você tiver um tempo, faça-me visitas aqui também:
      FLICKR
      http://www.flickr.com/photos/darlanmc
      http://paliavana4.blogspot.com

      A Casa é sua. Tenha um ótimo 2011.

      DARLAN M CUNHA
      (Belo Horizonte, MG)

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