cotidiário

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O pão tem a idade da Humanidade, tem mãos calosas e pés grossos, sua trajetória é de uma diversidade incrível, da mesma forma que são seus ingredientes, misturas, formas, tamanhos, cores, odores, preços, enfim, o pão é o cara, e merece museus do pão mundo afora, no RS tem um museu do pão, em Ilópolis (http://www.ilopolis-rs.com.br/siteantigo/site/pagina.php?id=15,) e também na pequena cidade de Seia, em Portugal (https://www.museudopao.pt/,), o pão está de tal forma tão dentro da gente que, faltando, ele faz revolução, já nos deu museus, livros e enciclopédias, deu canções e poemas, esculturas e pinturas, e então nós temos pães de milho, soja, trigo, chocolate, aveia, alho, arroz, cenoura, batata, mandioca, pão com orégano, ameixa, enfim, ao entrar numa padaria as nuvens vão te buscar.

@2.

Grupos de autoajuda <> Selbsthilfegruppen <> Self help groups <> Grupos de autoayuda

Vi na televisão alemã, por acaso, algo sobre este assunto, e me perguntei uma vez mais acerca da presença de mãos desconhecidas em nossas vidas, sim, porque o mundo está feroz a tal ponto que todos os dias necessita de remendos.

Darlan M Cunha

não é hora de rir, 3

E agora, Paciente ?

Quem com ferro fere, com ferro será ferido – antigo ditado popular, do qual me lembrei, ontem, ao ouvir a muito respeitada Dra. cardiologista Ludhmila Abrahão Ajjar, que disse esta frase amargamente real, sutil, a qual eu vi escrita na tela de um canal de televisão: “O cenário é bastante sombrio… O Brasil vai chegar em 500, 600 mil mortes...” //

He who wounds with iron will be wounded with iron – an old popular saying, which I remembered yesterday, listening to the well-respected cardiologist Dr. Ludhmila Abrahão Ajjar, who said this bitterly real, subtle sentence, which I saw written on the screen of a television channel: “The scenario is quite gloomy… Brazil will reach 500, 600 thousand deaths

Faz tempo que digo a mesma coisa desta mesma amargura que parece uma tragédia sem fim, uma patologia mais do que gigantesca, um assombro que, por incrível que pareça, para muitas pessoas quase não existe, é um cisco ou mesmo uma lenda. Mas digo também que é o único democrata que de fato existe, e ele está aqui à porta, esse tormento não respeita profissões, hierarquias, contas bancárias e nem idades. É democrático. Ele é o Cara. Neste jogo temos que ser desleais para com o adversário: temos de jogar com 12 em campo, contra os 11 regulamentares do adversário. Nada de dormir. Meu falecido pai, funcionário do IBGE durante quase 40 anos, dizia que a partir de certa idade a gente não faz aniversário, e sim adversário. Nada de dormir, iremos bem.

For a long time I have been saying the same thing about this same bitterness that seems like an endless tragedy, a pathology more than gigantic, a haunting that, incredible as it may seem, for many people almost doesn’t exist, it is a speck or even a legend. But I also say that it is the only democrat that actually exists, and it is here at the door, this tormentor is no respecter of professions, hierarchies, bank accounts or even ages. He is democratic. He is the Guy. In this game we have to be disloyal to the opponent: we have to play with 12 on the field, against the opponent’s regulation 11. No sleeping. My late father, an IBGE employee for almost 40 years, used to say that after a certain age we don’t have a birthday, but an adversary. No sleeping, we will be fine.

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Bom, vamos à leveza, porque ela está chamando, chorando. Vamos ao pão de cada dia, fatia por fatia. // Well, let’s go to lightness, because it is calling, crying. Let’s go to our daily bread, slice by slice.

As roscas foram feitas aqui em casa. Minha mãe, Dona MARIA JOSÉ, cuidou disso, com uma pequena ajuda do aprendiz.

Darlan M Cunha