cotidiário

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O pão tem a idade da Humanidade, tem mãos calosas e pés grossos, sua trajetória é de uma diversidade incrível, da mesma forma que são seus ingredientes, misturas, formas, tamanhos, cores, odores, preços, enfim, o pão é o cara, e merece museus do pão mundo afora, no RS tem um museu do pão, em Ilópolis (http://www.ilopolis-rs.com.br/siteantigo/site/pagina.php?id=15,) e também na pequena cidade de Seia, em Portugal (https://www.museudopao.pt/,), o pão está de tal forma tão dentro da gente que, faltando, ele faz revolução, já nos deu museus, livros e enciclopédias, deu canções e poemas, esculturas e pinturas, e então nós temos pães de milho, soja, trigo, chocolate, aveia, alho, arroz, cenoura, batata, mandioca, pão com orégano, ameixa, enfim, ao entrar numa padaria as nuvens vão te buscar.

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Grupos de autoajuda <> Selbsthilfegruppen <> Self help groups <> Grupos de autoayuda

Vi na televisão alemã, por acaso, algo sobre este assunto, e me perguntei uma vez mais acerca da presença de mãos desconhecidas em nossas vidas, sim, porque o mundo está feroz a tal ponto que todos os dias necessita de remendos.

Darlan M Cunha