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A casa lenda

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TRAUMHAUS  //  CASA DOS SONHOS [PESADELOS]  // DREAMHOUSE  // CASA DE SUEÑOS


A casa sem sonhos requer que se toque

se cante ou se diga algo temível, flutuando

não a partir de seis cordas e dez dedos

e sim de um assombro, ao fundo, bocas

por testemunhas, deserdadas,

mas aptas à mais uma prova do que podem

quando se trata de bajular, cantar em coro,

e assim a casa teimosa vai dedilhando seu fogo

sobre a herança da aldeia de ruas estreitas

e gente larga de braços, mas de erro nos acertos.

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     Essa casa é uma lenda pura pois não existe em lugar nenhum nem  vestígio sequer da localização e nem de algum legado que o morador tenha feito e deixado para a aldeia que ele simplesmente desconhece porque ele próprio é ou se faz de lenda total ou algo assim como uma ficção tabu totem espantalho enfim parece ser uma entidade muito mais ampla e auto suficiente do que o pobre imaginário da aldeia que tanto diz para ela mesma que ela não necessita de quem existe mas faz que não existe e que em nenhum instante se mostra solidário com o que quer que seja e assim ambos vão com suas trajetórias: a aldeia que rasteja a duras penas, e o morador de uma casa que é pura lenda capaz de tirar o sono do povo morto de inveja e de curiosidade pelo que há por trás daquelas seis paredes cobiçadas [há quem pense em fogueira], a saber: chão teto ala sul ala norte ala oeste e ala leste. O quintal é invisível.

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Foto, arte e textos: Darlan M Cunha

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pétreos os homens e pétreas as mulheres

THE “PATRIARCA” –
Symbol of the mineralogy museum Djalma Guimarães. QUARTZO SiO2 – Praça da Liberdade, BELO HORIZONTE, MG, Brasil. [CLIQUE NA FOTO]


Exemplar encontrado pelo garimpeiro José de Anselmo em 1940, transportado para Belo Horizonte em carro de bois e ferrovia. Exposto na Feira Permanente de Amostras. Incorporado ao acervo do Museu Djalma Guimarães desde a sua fundação em 1974, quando recebeu o nome de Patriarca. Transformou-se em símbolo do Museu.
  (IMG_0285e, disco 28)


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A mim só me dizem o que não quero ouvir e não entendo: distonia, distopia, disritmia e viagens até Marte, mas não nos dizem nada de mil feras na sombra, à espera de mais sombras, porque isto sim é que é um fato de muito valor para quem procura libertar a luz e partilhar este bem pelos caminhos, e se mais eu ainda não fiz, ânimo não falta, melhor direi se disser que, às vezes, ele falta, quase sempre, cada vez mais, isto é sintomático e perigoso, porque uma vez perdido o nariz vermelho de palhaço, dificilmente se consegue achá-lo.

As pedras são nossos ícones preferidos, porque nos instigam a pensar em sua incrível longevidade, embora as próprias montanhas virem pó, são essa mesma areia que entra nos cabelos, que recebem os pés no deserto e no fundo do mar e do rio, quando não em sonhos e pesadelos.

Petra foi uma cidade por muito tempo perdida, por mil anos ficou escondida no deserto da Jordânia, construída pelo extinto povo Nabateu. Pedras para a casa, para o quebra-mar e para as barragens, contra os vidros numa arruaça na avenida, pedras cintilantes no pescoço, seixos com os quais brincar, jogar ou  brigar, preciosas e semipreciosas, e até sem valor, não, não há nada sem valor.

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          Foto e texto: Darlan M Cunha

TATYANA RYZHKOVA [Bielorússia] – Quarteto feminino de violonistas tocando LIBERTANGO, do mestre argentino ASTOR PIAZZOLLA, mas NÃO DESMAIE, APENAS ASSISTA, OUÇA E VIAJE…: https://www.youtube.com/watch?v=pPu1om4WZsQ



Todos os Nomes [José Saramago]

CELSO RENATO [1919-1992]
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     Escrevo aqui sobre uma realidade que considero fora de propósito no estágio social em que esta e outras sociedades estão, que diz respeito ao fato comum de se mudar o sobrenome da mulher que se casa, apondo-lhe o sobrenome do marido, por exemplo – ele é Souza e ela é Mendes, era Mendes, de agora em diante será Souza. Escrevi algo sobre o delicado tema há alguns anos numa das minhas páginas internet, mas não me lembro em qual delas. Penso que se algum dia a lei disser que não será mais obrigatório ou necessário mudar o sobrenome da cônjuge, isso terá sem dúvida um grande impacto social e psicológico, porque pode até parecer banal, mas não é bem assim o fato de uma pessoa ceder parte do próprio nome. Alguém dirá que o amor é lindo, sacrifica-se.

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Foto e texto: Darlan M Cunha

ÚLTIMA FORMA. Baden Powell // Paulo César Pinheiro. Cantada pelo MPB-4: https://www.youtube.com/watch?v=2MR98Ls1NOw

O Homem e seus símbolos [C. G. Jung]

An amazing exposition: CELSO RENATO [1919-1992], brazilian painting. He used oil on canvas, wood, and sand, pen...
Palácio das Artes, BELO HORIZONTE, MG, BRAZIL.
CELSO RENATO [1919-1992] – Sem título
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Dizem que deus fez o mundo em seis dias, depois foi andar, pois ninguém é de ferro, como diz o povo. Mas, nestas idas e vindas da história vivida por todos através dos milênios – de invasores e invadidos – a humanidade foi tomando ciência de alguma coisa aqui e outra ali, sempre pela metade, ou menos, e assim continuará, pois sua sina é mesmo a de embaralhar a seda e o linho, enquanto procura num baú cheio de destroços uma saída para a  bela insônia, com dois dedos de prosa com belzebu, em busca de orientações, mas o diabo, que tem uma agenda ovípara e onívora, etc, está sempre no milímetro do cansaço, porque há pretendentes demais à sua fogueira de matar vaidades.

Bom, o que se diz por aí, voltando à primeira frase, é que deus ergueu o mundo em seis dias, segundo as mentiras dos pergaminhos, dos papiros e outros documentos inflados por ventos cuidadosos, escondidos em fendas estratégicas, grutas energizantes. Mas o bom deus, decerto sob leve embriaguez pelos feitos de sua semana única, cometeu o gravíssimo erro de inventar degraus, para que deles os homens e as mulheres fizessem a pauta de sua existência – assim, sem escada, nada feito, sem degraus, nada feito, dizemos uns aos outros numa cobrança feroz e feraz.

Parece, pois,  não haver dúvida de que a invenção da escada [tornada simbologia] deu forma ao caráter humano.

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Foto e texto: Darlan M Cunha. Visite: https://www.poemhunter.com/darlan-m-cunha/

 

uma longa e sinuosa estrada

cemitério do Bonfim, Belo Horizonte

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A impermanência já nos revelou muitas verdades, mas há um tesouro final sob sua guarda, que fica profundamente escondido de nós, cuja existência não suspeitamos e não reconhecemos, embora seja nosso do modo mais íntimo.

SOGYAL RINPOCHE. O Livro Tibetano do Viver e do Morrer, p. 65

https://dharmalog.com/2013/01/31/as-verdades-que-a-impermanencia-nos-revela-no-livro-tibetano-do-viver-e-do-morrer-de-sogyal-rinpoche/

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Algumas vezes certas questões deixadas de lado encostam sua voz na nossa teimosa desatenção, e só nos resta ouvir, sentir, arrepiar, tentar sermos objetivos ao analisar tanta pressa e tantos erros diários, pelo que sentimos vergonha ou raiva de nós, sentimos uma impotência amarga, alguma música tocando ao contrário, sem escala, sem pauta, sem som que se possa aturar.

A felicidade dá vários passos à frente, todas as vezes em que ensaiamos um passo rumo a ela, eis o fundo das coisas, dos nossos tormentos, o sistema de prisão a que estamos condenados, motivo pelo qual, pessoalmente, não me importam as “ciências” de estudar o outro mundo, reencarnações, punições dantescas, guia espiritual abrindo o mar com simples gesto para que o povo se safasse de perseguidores, e outras mil e uma balelas. Fico aqui, pasmo de ver e ouvir, pasmo de que alguém passe sem desejar um mero bom dia, o fio da meada bem ao alcance, parece que o amor perdeu as mãos, amputou a fala doce, corpo e mente cederam à mãe pressa.

Cuando ya no importe é o título de um livro excelente, cujo título já é uma obra completa, escrita pelo uruguaio Juan Carlos Onetti [1909-1994], Prêmio Cervantes de Literatura, que não se enredou em se preocupar com almas mortas, a não ser que, pouco de luzes como sou, não tenha percebido bem sua profundidade. A felicidade dá vários passos à frente, todas as vezes em que nos damos em sua direção.

Foto e texto: Darlan M Cunha

raízes ramos talos galhos brotos espinhos folhas flores frutos musgo e silêncio, enfim, o espanto

existe

Parque Municipal JACQUES COUSTEAU. Bairro BETÂNIA, Belo Horizonte.

 

     Sempre fora do padrão, uma vizinha disse ter algo em torno de 23.725 dias, mas que ainda não construiu o mundo pretendido, está pela hora, sabe que há pedras demais no caminho, instrumentos sem cordas, couro ou pedal, ou faltando tecla feito um dente da frente, ó, fechar o verão em grande estilo não significa esquecer outras belezas que lutam para fixar raízes, e tomarem conta do horizonte, e aí outros serão os dias, outras serão as noites, e que as velhas dores nas costas não voltem, que não se consagrem em nós a ira e o desânimo, que não vivam às nossas custas os mortos que não jogaram limpo, enfim, que se alarguem as margens do Rio Amanhã e o leque do Jardim Agora, a tolerância em xeque, um leque de flores de cactos, um reboco na parede, gargalhada de criança, fio de azeite sobre a salada.

 

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Foto e texto: Darlan M Cunha

Ó…

Malvadezas em outubro: Bacalhau… by DMC.

 

    Era uma vez, eu fui no Tororó, acho que fui mas não voltei, quer dizer, voltei um tanto abilolado, e essa distorção psíquica anda comigo desde então, pelo que de quando em vez preciso me espraiar, mudar de rua, esquecer de matar um leão por dia, mas é difícil, porque amo o errado, sou sua síntese, melhor, sou sua gênese, a loucura me incentiva a ir pegar carona em turbina, rabo de foguetes, sem pai e sem mãe, sem namorada com rolinhos na cabeça e cem varizes em cada tornozelo, pois é, queria tanto não sofrer os maus tratos da insônia – a lucidez cruel da insônia, a insônia cruel da lucidez. Agora, mudando de assunto, caros e amadas, todo mundo está convidado à bacalhoada, com riso, música e azeite para aguentarmos o rojão, “que também sem a cachaça, ninguém segura este rojão.”*

     Dizem que deus fez o mundo em seis dias, e foi para a farra no sétimo, pois ninguém é de ferro, como diz o povo – pretenso filho feito à imagem deste mesmo deus. Portanto, vamos aos bons e aos maus exemplos, que só assim se aprende os bêabás do mundo, sim, vamos à bacalhoada no Bar & Restaurante OS LÁBIOS SEDOSOS DO DIABO.

 

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Foto e texto: Darlan M Cunha

Veja e ouça: O PIANO QUE CONVERSA. Direção de MARCELO MACHADO. Pianista Benjamim Taubkin e convidadas/os de vários países.

YOUTUBE, CANAL CURTA (56 NET): http://canalcurta.tv.br/filme/?name=o_piano_que_conversa

OBS.: Na parte de cima da tela, à direita, pergunta-se se você é assinante de algum canal a cabo, para poder assistir sem entraves, e não ficar somente nos minutos promocionais. Clique sobre a pergunta…

d e g r a u s

ALFREDO TENUTA - Buritis, BH. Assentos do Teatro ao ar livre.

Arquibancadas do Teatro de Arena (ao ar livre) ALFREDO TENUTA. Bairro Buritis, BÊAGÁ.

 

     Todos os dias um degrau convida, a ameaça está implícita, deve-se conferir sua altura, largura, peso e, mais importante, quais as premissas e promessas que ele oferece ao ator e à atriz, bem estudadas as proporções e os intuitos secretos de cada oferta. Tudo é repto, e o degrau-a-todo-custo é símbolo e realidade desta Era de Projetos a Jato, Era de Mistérios Inacabados, Era do Fim da Vida Íntima, todos os dias a gente enfrenta pavios, natural que assim seja, mas há tantos desafios ilegais, ovos gorados e nuvens negras por cima das nuvens alvas, que ninguém está sujo o bastante para não se sujar ainda mais, quase ninguém está apto a dizer: não cometi nenhum deslize, este crime pertence talvez a algum parente ou a um vizinho, talvez ele nem mesmo tenha sido perpetrado, Senhora Meritíssima Juíza. Jardins, degraus e cinzas, não há como desviar-se, sair da história da beleza ou da história da feiura.*

 

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Foto e texto: Darlan M Cunha

Barnabé & Outros

Meu amigo ZU, esperando ser avaliado pela ACADEMIA

O amigável Barnabé, após o teste, esperando o resultado numa Academia que se quer uma inequívoca FÁBRICA DE RESULTADOS.

 

 

@1

     Tudo resume-se em competição, reptos, cada um de nós só é algo socialmente bem colocado se, a partir disso, a criatura consegue ficar no degrau do dia. O amigo Sussuca, colega de ideias do filósofo grego Diógenes O Cínico, sabe disso, pelo que quanto mais avança sobre ele e sobre nós o Espanto, menos ele esquenta a cabeça, ciente de que para tudo há jeito, menos para a indesejada das gentes, segundo Manuel Bandeira. Assim, competir é a razão de ser. Numa floresta, plantas rasteiras lutam para captar os poucos raios solares que chegam ao solo, pois as gigantes de 30, 40, 50 e 60 metros cobrem o céu.  Bom, quanto ao quadrúpede, não que esteja alheio ao que o Milton canta, mas ele já não se pergunta sobre que tragédia é esta que cai sobre todos nós ? Bem faz ele, e outros poucos.

@2

     Era uma vez, na cidade de Ur, na Mesopotâmia, o berço do alfabeto ou da escrita, um filete de água foi encontrado, e o que então aconteceu ficou como herança que chegou aos dias de hoje, aos filhos do chip.

     Once upon a time, na cidade de Sabará, ao ouvirem que a escravidão fora abolida (notícias da Corte, no Rio de Janeiro, demoravam a chegar aos beneficiados, fossem eles escravos ou Senhores), e assim que souberam, os escravos pararam a construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no centro da Vila do Sabarábuçu, MG, e ela está lá até hoje, imensa, de pedras escuras, sem teto, na praça Melo Viana, sim, o fato é que olhando-a você vê o céu entrando pelas janelas da dita construção, e se sente aliviado por não ter chicotadas no lombo. Os chicotes de hoje são de outro feitio.

     Es war einmal, na cidade de Ouro Preto, um desconhecido parvo de nome ou apelido Geraldo Viramundo, virou a capital mineira de pernas para o ar frio e de neblina daquela vila já hoje sem o encanto daquele então. Pois é, consta que este infeliz entrou num mafuá, inocente quanto um caracol, um bebê sem fraldas, e uma das garotas que lá viviam alegrando nativos (é como se diz por lá, referindo-se aos da vila rica), engraçou-se naturalmente com o desajeitado Geraldo, pelo que o poderoso do lugar,  Montalvão, se viu radiante ao pôr em prática seu jeito de mostrar aos incautos o devido lugar, e sovou de bom sovar o raquítico Viramundo. Ó, é bom ter cuidado por onde anda, com quem se fala, com quem se ajeita. Quem avisa amigo é.

Darlan M Cunha

 

@3

     “Situei meu contos um pouco longe, seja no tempo, seja no espaço. A imaginação pode agir assim com mais liberdade. […]”

     “Meio século não passa em vão. Sob nossa conversação de pessoas de leitura caótica e de gostos diversos, compreendi que não podíamos nos entender. Éramos demasiado diferentes e demasiado parecidos.Não podíamos nos enganar, o que torna o diálogo difícil. Cada um de nós dois era o arremedo caricaturesco do outro. A situação era anormal demais para durar muito mais tempo. Aconselhar ou discutir era inútil, porque seu inevitável destino era ser o que sou.”

JORGE LUIS BORGES – Do livro HISTÓRIA UNIVERSAL DA INFÂMIA

Refém da solidão

Correios, de Santa Bábara, ao lado da nossa casa. O pai do Demósthenes foi o chefe da agância.

Antiga agência dos CORREIOS, Santa Bárbara, MG, Brasil (ao lado da minha casa)

 

          Viver é espantar-se de contínuo, amoldar-se a novos espantos, ou sucumbir, falar sozinho, andar e falar sozinha, refém de um assunto que medra no asfalto supostamente de todos, sozinha com os meandros do próprio rio, com as nuvens do próprio céu, já se disse muito sobre isso, já foi escrito que o inferno somos nós, mas não há como sair da trilha tão seca de opções, tão variada de opções, então, olho para os lados, para a frente, para trás, para dentro de mim e me lembro da história da feiura e da história da beleza, sim, agora na tarde desta terça-feira, de repente, outro espanto me pegou de chofre, e me aquietei pela quantidade de sensações, lembranças que para cima e para dentro de mim vieram, soltas e presas estas lembranças, álacres e macambúzias estas lembranças tantas de tantos grãos que me semearam os campos, que encheram de sol e sombra meus tropassos, gente querida, tipo após tipo, o feminino sempre ali na escuta, sempre opinando nos meus campos que talvez estivessem algo cinzentos, pois é, uma canção me pegou em pleno estado de alheamento, e eu estanquei, sentei-me e quase chorei, segurando a tremenda barra que uma simples canção pode desatar sobre este ou aquele, sobre esta ou aquela e, não muito raro, sobre um país inteiro. Não, nunca cuspi nos pratos nos quais me encontrei, também nos quais recolhi algo de sapiência para continuar tropeçando, sim, meus tropassos são meus, e deles me orgulho, suavemente cheio de erros e acertos. Comum. Essa canção, cujo título é Refém da solidão, que não toco e nem canto já faz tempo, tem uma letra casada muito bem com a melodia, sem subterfúgios, sem vestígio de sombras. Na esteira desta emoção, lembra que O IMPORTANTE É QUE A NOSSA EMOÇÃO SOBREVIVA.

     Hoje, sobrevivi a mais uma emoção forte, algo de suspender a respiração, memória é algo que não nos abandona fácil, não. Esta canção diz que “e esta vida é uma atriz…“.

 

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Texto: Darlan M Cunha

Foto: Demósthenes do Carmo Silva

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Canção: REFÉM DA SOLIDÃO (Paulo César Pinheiro / Baden Powell). Cantora: MÁRCIA.: https://www.youtube.com/watch?v=4sAQSSOysDg&list=RD4sAQSSOysDg&start_radio=1&t=14

REFÉM DA SOLIDÃO: Canta: MPB-4: https://www.youtube.com/watch?v=USb1NSaNdPs&index=2&list=RD4sAQSSOysDg

ELIZETH CARDOZO canta REFÉM DA SOLIDÃO: https://www.youtube.com/watch?v=se2vS2Dg9Is&index=6&list=RD4sAQSSOysDg